Dr. Cleber Santos Jr.

CRM: 36050 / RS - Porto Alegre / RS

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O cirurgião plástico, Dr. Cleber Santos Jr. que opera em Porto Alegre, respondeu algumas das principais perguntas feitas por quem deseja fazer uma cirurgia plástica de lipoaspiração e abdominoplastia.

1- É perigoso usar maconha após uma lipoaspiração?

O uso da maconha antes de qualquer cirurgia plástica tem os mesmo riscos do tabagismo, não sendo recomendado. O tabaco é um dos maiores agressores dos vasos sanguíneos, e como consequência podemos citar a diminuição da oxigenação do corpo e a distribuição de nutrientes. Por esse motivo, pacientes fumantes podem apresentar prejuízo no processo de cicatrização, acarretando em abertura de pontos, necrose, cicatrizes. Além disso, o cigarro aumenta o risco de trombose e embolia pulmonar. A interrupção do uso do tabaco é necessária para reduzir o risco de complicações pós-operatórias na cicatrização.

2) Incisões inflamadas após lipoaspiração, o que fazer?

As incisões da lipoaspiração, por menor que sevam, podem inflamar, abrir ou cicatrizarem de maneira patológica (cicatriz hipertrófica ou quelóide). Por isso é fundamental o acompanhamento pós-operatório com o cirurgião plástica para identificar e tratar adequadamente caso qualquer complicação aconteça.

3) O que é a lipoabdominoplastia?

A lipoabdominoplastia é a técnica que associa a lipoaspiração a abdominoplastia. Essa técnica permite que além da remoção do excesso de pele e da correção da distasse do músculo reto abdominal a remoção também das gorduras localizadas. Outro beneficio é a melhora do contorno corporal e da silhueta.

4) O que é a abdominoplastia em âncora?

A abdominoplastia em ancora (ou em "Fleur de Lis") é uma variante da abdominoplastia clássica na qual se faz incisões verticais além da incisão na parte inferior do abdome. É indicada para paciente que tiveram Pacientes grandes perdas ponderais e por isso, tem uma grande quantidade de flacidez de pele tanto no sentido lateral, medial e inferior.

5) O que é a diástase abdominal?

A diastase do músculo reto abdominal é uma manifestação clínica visível na parte do meio da barriga, onde se observa uma abertura ou abaulamento da região, principalmente durante esforços. Ela ocorre mais comumente em mulheres que passaram por diversas gestações. No entanto, existem outras causas tais como: excesso de peso, desnutrição e aumento da pressão intra-abdominal. Durante a abdominoplatia é realizado a plicatura do músculo para corrigir a diastase com o objetivo de devolver a cintura para a paciente.




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O cirurgião plástico, Dr. Cleber Santos Jr, que opera em Porto Alegre, respondeu algumas das principais perguntas feitas por quem deseja fazer uma cirurgia plástica:

1) Quais são as possíveis complicações de uma cirurgia plástica? Abdominoplastia e Mamoplastia.

Como em qualquer procedimento cirúrgico, também nas cirurgias plásticas podem ocorrer complicações. Sendo assim, a avaliação pré-operatória é fundamental para explicações sobre o procedimento cirúrgico, realização de exames e identificação como fatores que possam ocasionar alguma complicação, tais como: tabagismo, patologias sem controle adequado, anemia e fatores nutricionais.

           Mesmo com todos os cuidados pré-operatórios e utilização de técnica cirúrgica adequada algumas complicações podem ocorrer, as quais são previstas estatisticamente e descritas na literatura médica (artigos científicos).

           Podem ocorrer seromas (acúmulo de líquido), hematomas, deiscência de sutura (abertura de pontos), sofrimento da pele (necrose), cicatriz patológica (hipertrófica ou queloide), diminuição de sensibilidade da pele, infecção e trombose. Existem várias formas de minimizar a ocorrência dessas complicações, cuidados, medicamentos e orientações. (que podem ser utilizadas para minimizar esses riscos, entre tanto como citado anteriormente mesmo assim as complicações podem acontecer.)

           O mais importante é sempre conversar com seu cirurgião, esclarecer as dúvidas, realizar todos os cuidados pós-operatórios e orientações. Caso aconteça alguma complicação, a paciente deve estar em contato e informar ao seu cirurgião para ser fornecida todas a orientações, acompanhamento e tratamento.

2) Em quais casos o dreno não é utilizado?

Os drenos são utilizados quando o cirurgião identifica a necessidade de uma drenagem mais eficaz ou prevê o acumulo de líquido em determinas regiões que o organismo ou a drenagem linfática não serão suficientes para resolução.

           Normalmente, nas cirurgias as quais não prevemos a formação de muitos líquidos como Mamoplastia de Aumento, Mastopexia (com ou sem implante), Lipoaspiração, Braquioplastia, Cruroplastia são procedimentos que não utilizo drenos. Já em cirurgias como Abdominoplastia e Ritidoplastia (lifting de face), onde há uma área de grande descolamento de pele se prevê a formação e acúmulo de líquidos.

           Existem algumas técnicas evitar o uso de drenos (pontos de adesão de Baroudi, cola de fibrina, cola cirúrgica). No entanto não existe uma regra, a indicação de colocação de drenos é muito particular de cada cirurgião, guiada pela sua experiência e também por fatores identificados durante a cirurgia.

3) Quando é necessário trocar a prótese?

Atualmente utilizamos implantes de 6ª geração, feitos de gel coesivo e microtexturizados, sendo fornecida a paciente garantia de fábrica. Esse tipo de implante não é necessário realizar a troca como os das gerações mais antigas a cada 10 anos.

           A troca do implante é somente necessária quando ocorre alguma complicação com o implante (contratura capsular ou ruptura) ou quando após algum período ocorrer flacidez e alterações do formato da mama.

4) Cola cirúrgica melhora a cicatrização?

A cola cirúrgica é aplicada sobre a pele após a sutura como uma camada extra. É realizada a colocação da uma tela (matriz) sobre a cicatriz e após aplicado a cola propriamente dita. Ela tem ação antibacteriana e termina de selar a pele.

               Outra vantagem é que a paciente pode molhar a incisão logo após o procedimento, dispensando a aplicação e a consequente troca de curativos sobre a linha de incisão.

               Na minha experiência da cola cirúrgica, permite que haja uma melhor estabilização da ferida operatória (captação dos bordos), promovendo desta maneira uma cicatriz de melhor aspecto e de melhor qualidade.

5) Diabetes e cirurgia plástica

A diabetes é uma patologia que pode interferir na cicatrização adequada e aumento o risco de infeções. Por isso é fundamental que os paciente de tenham diagnóstico de diabetes tenham sempre um controle adequado da glicemia, especialmente no período pré e pós-operatório.

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Depoimentos na plataforma (2)
"Ótimo médio explicação 100% atencioso, sem pressa na consulta pra se livrar do paciente, super recomendo "
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"Excelente cirurgião plástico. Detalhista, atencioso, o Dr. Cleber Santos Jr. é um profissional que realiza os sonhos de seus pacientes com muita competência e dedicação. Recomendo qualquer tipo de Cirurgia Plástica com ele e indico: Redes Sociais @dr.clebersantosjr CRM-RS 36060 - (51) 99267-5130 SBCP Medplex Torre Norte, Sala 1005. "
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