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Mastopexia por Dr. Guilherme Sorrentino


O cirurgião plástico, Dr. Guilherme Sorrentino, que opera em Porto Alegre, respondeu algumas das principais perguntas feitas por quem deseja fazer uma cirurgia plástica.

1- Qual é a diferença de uma mastopexia e uma mamoplastia redutora?

Podemos dividir as mamoplastias em 3 tipos quando falamos de Cirurgia Plástica estética:

A Mamoplastia redutora é a redução do volume mamário retirando o excesso de glândula, gordura e pele conforme necessidade de cada caso. É indicada para pacientes com mamas grandes e classificadas como hipertrofia: 

Grau II (de 500 a 800 gramas);

Grau III (de 800 a 1000 gramas);

Grau IV (acima de 1 kilo).

Quanto à Mastopexia, para entendermos melhor devemos conhecer a raiz etimológica do termo "pexia", que deriva da palavra grega "péxis" e significa fixação. 

É também conhecida como cirurgia de lifting das mamas, pois fixa a aréola e o tecido mamário em posição mais elevada. O cirurgião remove o excesso de pele para compor o novo contorno e pode ou não ser utilizado prótese. 

Já a Mamoplastia de aumento é a inclusão de implante mamário, também conhecida como cirurgia de prótese de silicone.

2- Após a mastopexia a paciente pode engravidar?

A cirurgia estética das mamas não é contra-indicação para a gestação, porém o cirurgião plástico deve orientar ao paciente que após a mastopexia o tecido mamário levará até 2 anos para restabelecer sua estrutura. Dentro desse período a amamentação poderá estar prejudicada e, após a amamentação, a mama deverá sofrer um processo de lipo-substituição e atrofia, gerando aumento da flacidez.

3- Mastopexia com ou sem prótese? Como saber qual é o mais indicado para a paciente? 

É necessário cruzar informações da entrevista médica e do exame físico da paciente, realizados durante a consulta.

A indicação de prótese é realizada de acordo com a necessidade de cada biotipo, levando em consideração as queixas apresentadas, o desejo da paciente e a anatomia da região torácica.

Características como peso, volume e formato das mamas, assim como elasticidade da pele e tamanho da aréola são avaliados.

Na minha rotina, eu costumo indicar mastopexia sem prótese para casos de mamas com tecido mamário exuberante que, se caracterizam por mamas consistentes e pesadas. Nesse tipo de cirurgia é utilizada uma técnica onde o próprio tecido mamário da paciente irá fazer o papel da prótese para preencher o pólo superior da mama.

O sobrepeso e a obesidade são condições que devem ser analisada para não comprometer o resultado estético final, já que a quantidade de tecido adiposo circundante à glândula mamária é o principal responsável pelo seu aumento de volume. 


4- Como é a anestesia da mastopexia? Ela é perigosa? Quais são os riscos? 

Utilizamos na rotina da avaliação pré operatória uma classificação do grau de queda mamária assim como parâmetos como a espessura da pele do tórax ou "pinch test". Dependendo do grau de queda, da flacidez e da espessura do tecido que recobre a prótese, a mastopexia pode somente retirar de pele em volta da aréola (periareolares), ou necessitar ressecções maiores de pele e tecido mamário. 

Quando utilizado, o implante pode ser sub-glandular, sub-fascial, "dual-plane" ou sub-muscular. 

O tipo de anestesia varia conforme a técnica cirúrgica, podendo ser realizado desde anestesia local com sedação, até bloqueios regionais e anestesia geral.

O risco cirúrgico é individualizado após criteriosa investigação do histórico pregresso da paciente, anamnese e através de exames: físico, laboratorial e de imagens.


5- O que fazer se abrir um ponto após a mastopexia?

Inicialmente manter a calma, pois a ansiedade e o estresse psicoemocional levam a inflamação e declínio das funções do sistema imune, prejudicando a cicatrização. Manter a ferida limpa também é importante, podendo ser realizado a limpeza da ferida com água corrente e sabão anti-séptico, ou água oxigenada e soro fisiológico. 

Entrar em contato com seu cirurgião que após identificar a causa indicará o tratamento adequado. 

Alguns que eu utilizo no meu dia-a-dia são: anti-inflamatórios e antibióticos via oral ou pomadas, hidratantes para a pele, curativos com fita adesiva ou membrana e re-intervenção através de sutura.



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Atenção: esse artigo não substitui a avaliação médica!

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